Sindicato Nacional dos Servidores Administrativos do Ministério da Fazenda/Economia- Sindfazenda, realizará na próxima quinta-feira (27), em seu canal no YouTube, uma live para falar sobre a campanha Janeiro Branco(criada em 2014 e hoje em sua 9ª edição), com a psicoterapeuta Aline Alves Freitas.
A Campanha Janeiro Branco 2022 faz uma alerta em tempos de pandemia, para as crises sanitárias, sociais, políticas, ecológicas e econômicas em escala global, o mundo pede Saúde Mental.
Vale destacar a necessidade de cuidar da saúde mental, principalmente nos dias atuais com a covid -19 em que inúmeras pessoas ficaram desprotegidas depois de perderem entes queridos e muitos lidam com as sequelas da doença causada pelo novo coronavírus.
O Sindfazenda desde o início da pandemia adotou o sistema de plantão psicológico para atender filiados e dependentes que necessitam dessa atenção especial, visto que a rede pública suspendeu grande parte as consultas agendadas profissionais voltados à àrea da saúde mental. A iniciativa do sindicado serviu como modelo para outras entidades, pois demonstrou eficácia com resultados satisfatórios do tratamento de quem recorreu a esse benefício oferecido.
De acordo com o site Janeiro Branco, estudos e pesquisas sobre os efeitos colaterais da pandemia do covos -19 multiplicam-se em toda parte do mundo e suas conclusões revelam um dos mais importantes desafios para a atual humanidade: cidadãos comuns, autoridades e instituições sociais devem desenvolver estratégias públicas e privadas para proteger, fortalecer e promover a Saúde Mental das pessoas.
Segundo a Organização Mundial de Saúde- OMS, a pandemia interrompeu serviços essenciais de Saúde Mental em 93% dos países do mundo e, ao mesmo tempo, intensificou a procura por esses mesmos serviços. No Brasil, de acordo com uma pesquisa do Instituto FSB, 62% das brasileiras e 43% dos brasileiros afirmaram que a saúde emocional ‘piorou’ ou ‘piorou muito’ durante a pandemia. Outro estudo, desenvolvido pelo Instituto Ipsos e encomendado pelo Fórum Econômico Mundial, concluiu que 53% dos brasileiros achavam que sua Saúde Mental “tinha piorado bastante no último ano”. Em um recente estudo realizado pela FIOCRUZ e outras seis universidades nacionais, enquanto 40% da população brasileira apresentavam sentimentos frequentes de tristeza e de depressão, outros 50% da mesma população apresentavam frequentes sentimentos de ansiedade e de nervosismo. Em relação às faixas etárias iniciais da vida, uma pesquisa conduzida pelo UNICEF/Gallup mostrou que 22% dos adolescentes e jovens brasileiros de 15 a 24 anos se sentem deprimidos ou têm pouco interesse em ‘fazer coisas’.
Imprensa/SINDFAZENDA
com ind. Site Janeiro Branco
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